Coleção de Livretos e Dedoches para vocês

Tem algum aficionado por fazer Coleção aí? E se for para se divertir com os seus filhos?
Então, você vai gostar da #NovidadeMassa que chegou aqui em casa. :)
Essa semana foi a vez da JOHNSON’S baby nos enviar um presente bem legal pra anunciar a nova ação da marca: a Coleção Dedoches Culturais. Colocou cultura, itens educativos e diversão no meio, eu já paro e penso: Tá aí! Acho que muita gente vai querer saber.
Ainda mais quando a marca decide valorizar nossa cultura local, ganha MIL pontos comigo. Sou ferrenha no quesito: orgulho de ser nordestino! Não tem como omitir. A Princesa e a Miúda gostaram que só dos Dedoches. Enquanto uma lia o livro, a outra “interpretava”. Eles chamam bastante atenção pelo colorido, e pelo movimento que podemos dar com os dedos. E ainda, tanto o livrinho e quanto os dedoches têm tamanho ideal para levar pra todos os cantos, e garantir uma distração em locais que a gente “pena” pra deixar as crianças mais quietinhas, como restaurantes, por exemplo. Sempre levo uma mochila de brincadeiras para esses lugares, e o Kit da JOHNSON’s baby vai nos ajudar a recheá-la ainda mais.
Querem saber como faz pra ganhar os kits?
Funciona assim: na compra de qualquer versão do shampoo 400 ml ou do sabonete liquido milk e aveia também de 400ml, a pessoa ganha 1 dedoche + 1 livreto que podem ser de 5 personagens da cultura popular do norte e nordeste do nosso País.
Amei o Caco, o caboclo de lança (adivinhem o porquê? Tão Pernambucano, né?), mas vocês também podem se apaixonar pelo Biu, o boi, o Hani, o indiozinho, o Neco, o Forrozeiro, a Dida, a baiana, ou por TODOS de uma só vez.
Em Recife, os pontos da promoção são esses aqui óh: as Principais lojas da rede Bompreço, Hiper Bompreço, Farmácias Guararapes e Drogarias Big Ben.
E ai? Gostaram da Ação Promocional da Marca? Conta pra gente!

Mães Casadas Versus Mães Desquitadas

Repostando um texto de 30 de setembro de 2010. 
Ps. Não mais sou desquitada. Estou no time das Casadas… Novamente! Mas continuo sendo Mãe, dessa vez de segunda viagem! :)
Desquitadas x Casadas
casadas e desquitadas 2

Imagem:
http://www.flavoreddelights.com/2010/06/40-delicious-cupcakes/

Cenário: Aniversário de criança. Coleguinha de classe da Princesa. Sem grandes intimidades com todas as mães da turma.
Aos poucos o “apartheid” começava a aparecer.
Confesso que não sou a mais nova das mães da sala, existem outras com a minha idade, e essa diferença mal aparece nas nossas conversas. Não me sinto menos experiente que nenhuma ali sentada. Afinal, várias são mães de 1ª Viagem, como eu. Mas há um porém claro entre nossa “pontual” relação, independentemente da idade: As Desquitadas e as Casadas forever.
Essa diferença, acreditem se quiser, é a mais acentuada em qualquer rodinha de conversa entre mães.
Generalizando um pouco, e consciente disso: O dia-a-dia é outro. As inseguranças e as algumas responsabilidades também. Os trâmites, as disputas e situações mudam. O way-of-life transmuta num fatídico separar de corpos.
É um tal de partilha de filhos (existe, isso? Existe, literalmente), horários enlouquecem, falta de apoio, novas relações, ciúmes de todos os lados, cobranças aparecem ainda maiores, e tudo isso como conseqüência de uma decisão nada simples: deixar ou ser deixado pelo casamento.
Voltando a festa…
Conversa vai e conversa vem. Chegamos ao assunto “atual namorados” ou “namoridos”.
Minha gente, é nesse momento que as Casadas arregalavam os olhos. Elas até tentavam conversar outros assuntos entre elas. Mas cá entre nós, o nosso se tornou bem mais interessante!
É outro tal de “ele já dorme na casa de vocês?”, “teus filhos falam alguma coisa?”, “ah, essa semana fomos jantar num lugar novo e super exótico…”, “aproveitamos que as crianças tavam passando uns diazinhos com o pai e…” e blá, blá, blá e blá, blá, blá…
Nessa altura da conversa, bastava um canto de olho nas Casadas pra ver olhares ora de reprovação, ora de inveja, nada branca. E às Desquitadas só lhes restavam grandes risadas.
Mas nem só de Aventuras e Emoções vivem as “avulsas”.
Momento dramático do encontro. A conversa entra no estado Deprê de “choros” e inseguranças do tipo: “E agora? Quem poderá nos defender?”
Como elas sentem falta disso…
As que casaram de novo já não mais compartilham, felizmente, dessa angustia. É a História da Boa companhia diária que permeiam as relações reais, mas saudáveis, sabe? Aquela ajudinha básica pra gente ser Mãe, Mulher, Profissional, Amiga, Patroa, tudo junto e sem deixar a peteca cair.
Ah, como é bom um Homem Forte ao nosso lado, no sentindo mais sublime que essa palavra possa ter. Né, não?
Neste momento, após alguns desabafos, o papo entra finalmente no assunto “Nossos Filhos”. A grande roda volta a reinar e esse tópico “apaziguador” veio em boa hora.
E no final da festa, todas voltaram a ser simplesmente: Mães.

Mãetamorfose em Palavras: A Paciência de Mãe.

 Nunca me achei uma Mãe muito Paciente. E sempre tendi a culpar a correria de vida, o stress no trabalho, o stress da vida para me retratar. #QuemNunca ? Se eu tivesse mais tempo, eu acho que ia ser mais calma, mais compreensiva com meus filhos e blá blá blá…
Daí você pensa, no final de semana não tem essa desculpa, hein? O nosso tempo é deles, dos filhos e do marido. A ordem ai é aproveitar.
A gente até começa o sábado na maior “pegada”, inventa mil e uma programações, aquela empolgação “em equipe”. Mas a convivência minuto a minuto vai se entrelaçando a alguns apuros, e os filhos, por mais felizes que estejam pela presença quase santa dos seus pais, não deixam de ser crianças, expertas, afoitas, com desejos, trejeitos, birras e apego. E com o passar do dia, aquela paciência que tava a mil, dá a sua declinada nada estratégica. Você até solta umas reviradas de olhar, fortifica a voz, e pensa: “Ai meu Deus o negocio vai degringolar”.
A Paciência no final de semana pode até ser maior, e com essa plenitude toda, igualmente proporcional é a CULPA. Se for uma mãe IMPACIENTE no final de semana, ferrou!
Que espécie de Mãe Intransigente é Você, Mulher? Ao se deleitar, você mesma vai se compadecer e se auto punir pelos gritos soltos, ou por não ter segurado mais a onda.
Pô, cadê a Beleza do final de Semana? A Paz de Espirito? A Mãe Com todo tempo do Mundo pra Viver ao lados dos seus Queridos Filhos? Hein?
Com tempo sobrando, a gente logo imagina que toda paciência do mundo nos habitará, e nada nos desfocará do objetivo de ser uma família AINDA MAIS feliz, quando o final de semana chegar.
- Vamos aproveitar que só, galera! Prometo cuidar das crianças com todo afinco, já que não terão compromissos pra nos aperrear. Tá?
Agora o Erro é a gente achar que a paciência de Mãe é diferente dentro e fora do final de semana. O convívio com os filhos em maior espaço de tempo já vem com suas delicias e intrigas potencializadas, da nada fácil missão de EDUCAR.
Mas a Paciência de Mãe devia ser seletiva, não era? Separar os que nos tira de eixo durante a semana, e guardar um montinho (montão) pra usar com os filhos. Assim mesmo. A cota da nossa paciência devia ser existente. E inteligente. Do tipo:
– Opa! Essa cota é pros meus filhos. Não vou usar pra você, meu bem!
Falou a Mãe e Profissional pro seu cliente rabugento. De repente.
Paciência de Mãe até se estende, mas corda que estica demais termina dando um revés, não tem jeito. E parece que quando a gente a perde, o negocio tende a BOMBAR.
O bom mesmo é a gente conseguir resguardar, ela: A Paciência de Mãe. Respirar. E ter sempre a coragem de retomar. E porque não se perdoar?
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Mãetamorfose em Palavras: Sem Perder a Liga

 
Quando eles vão crescendo parece que uma força de “repuxo” vem se fortalecendo, nos afastando estranhamente, e o que antes parecia cola, perde a liga. Se não for a gente regando essa ligação, buscando nos segurar em uma relação de mãe e filhos bem peculiar, nada concisa e bem consistente, “o negócio” se complica e a gente fica rígida demais para perceber que educar quem avançou no tempo, não desmerece a cumplicidade de amar.
Ô memória fraca! Parece que nunca tivemos aquela idade antes.  E esquecemos, por alguns instantes, o que nos deixava a vontade e conectados aos nossos pais. Para lembrar, um exercício de memória logo faz voltar os melhores momentos e o que esperaríamos de nós, eu e meus pais. E Eu, agora, estando do outro lado da relação, me perco, muitas vezes na tentativa de me retratar e re-vivenciar todas as antigas sensações.
Quando mais novos, em sua primeira infância, a memória é mais “curta”, as desavenças são logo esquecidas, a necessidade física nos interliga e naturalmente a gente vira, quase sempre, uma coisa só. Com a idade, a independência. E a vivência, se não cuidada com amor, se interrompe, sendo nosso dia a dia uma eterna conquista em saber um pouco mais sobre nossos filhos, atraindo como um imã uma espécie de sinergia, deixando de lado cobranças duras, amadurecimentos turros, por essência, e orientações sem empatia.
Qual mãe quer perder um só lance da vida do seu filho? Eu não gostaria. Por isso minha eterna busca pelo “chegar junto”, tentando arduamente ser a quem ela procura descansar sua mente, não um mero ente, a quem me deve o seu Amor. Este, por sua vez, construímos, e manter também nos pertence como missão materna, com ou sem dor.
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