Causos & Casos de Uma Mãe Não Saudosista Por Um Bebê

E se eu disser que não estou sentindo falta de ter um bebê em casa?
E se eu disser que estou “Dando Graças” por não ver aqueles brinquedos tooooodos espalhados pela casa inteira, carrinho de bebê para um lado, banheira trambolho do outro, tapetão multicolorido no chão. E se eu disser?
Muitas Mães, depois que os filhos chegam perto dos 4 anos, começam a sonhar com um passado, não tão distante, em meio ao saudosismo insistente, onde a independência do caçula e seu “desgarramento” teimam em nos entorpecer. E toda essa bagunça – que citei ali em cima – e sua essência, onde a gente nem se imagina que não em outro caos de ambiente, se torna parte da casa. Se torna parte de ti. Você nem a (bagunça) nota quando está por ali.
Mas pela primeira vez em muito tempo, eu estou zero saudosista da fase onde as minhas filhas – e todas as outras coisas – viviam pelo chão, ou então, no nosso tão adorado colo.
Tá, eu bem sei que a parte do colo, eu ainda não sinto falta porque ando dando muito este, o colo, pra Miúdeza. Que supre toda e qualquer vontade no momento (tenho que frisar) de ter mais uma Bebê em casa.
Tou numa fase tão Egoísta do Lar. Querendo curtir cada cantinho, cada detalhe, montando tudo com tanto carinho e ao meu gosto. Uma fase tão minha casa. Tudo por causa da reforma, onde pela primeira vez pude, diante de uma casa própria, mandar e desmandar. Também Bem Sei (TBS) que com criança em casa, mesmo que maiorzinhas, essa beleza de tranquilidade e ordem não durará muito tempo. Ou pelo menos, para manter do jeitinho que eu imagino, trabalho eu vou ter.
Mas cá entre nós: nada se comparado com as “parafernálias” que a gente insiste em comprar por causa de um bebê! Muitas com utilidade fortíssimas, concordo. Outras nem tanto. Como um pula pula gigante, colorido até a alma, que teimei em levar pra casa, e a Miúda, mal ficava. Entre outras coisitas que nem vale a pena bem dizer…
Ai você pode falar: que eu digo isso porque já tenho duas filhas, estou satisfeita com minha duplinha.
E eu te falo que satisfeita com minha duplinha estou, mas sempre idealizei meu “voto de minerva” como costumo dizer… Fechar com chave de ouro. Sabe? Uma bela tripla de três.
Mas esta vontade de fazer a família crescer, neste ano, está tão distante…
Volto a dizer: Confesso que não estou sentindo falta de um bebê.
Falando nisso…
Ontem postei uma foto no nosso instagram (aproveita e segue a gente por lá @maetamorfose) falando justamente como ando valorizando esses momentos “a sós” lá em casa. Foi esta imagem que me inspirou a escrever esse post de hoje aqui no Blog.
Minha cama e eu: Um caso de amor profundo. Aquela hora em que você coloca as filhas pra dormir, corre pra rearrumar a cama só pra você (nem que seja por algumas horinhas), lembra que o marido tá no jogo do Sport, a casa é uma calmaria, o controle remoto é todo seu, pega uns biscoitinhos pra beliscar (integrais tá @dranutrologa ?) e vai curtir esse momento tão seu! Que dure uns minutinhos, umas horinhas (vai, vamos ser otimistas!), por favor!”
Quanto “mais bebê” em casa, mais raro fica este momento. #ZeroCulpa 
Agora… Eu me conheço, e amanhã mesmo posso me “desdizer”! Voltar a enlouquecer para ter um novo bebê! (Hahahahaha) #EssaSouEu
Ps. Deixando claro: em nenhum momento eu afirmo que a decisão em ter um filho está direta e unicamente interligado ao fato de querer ou não bagunça em sua casa! Tá? Pelo Amor! Estou falando do MEU momento. E da minha falta de saudade até então. ;)

Miúda3Anos: O Vestido Parte III

“Antes de mais nada, faz tempo que não “dou as caras” por aqui. Vão desculpando essa Mamãe que vos fala, mas esse ano 2014 outros projetos tiveram prioridade MASTER em minha vida. Tive que deixar o meu amado Mãetamorfose na Geladeira por uns meses…Sorry! Prometo tentar atualizá-lo mais um pouquita, tá?!”
Para dar inicio as postagens dos aniversários da criançada lá de casa, eu escolhi mostrar logo pra vocês o vestido D-I-V-I-N-O, especialmente criado pra minha Miúda. Sandra Carolino, do Miúdas Ateliê, sempre me surpreende, e nos encanta.
Deixo Sandra a vontade pra usar e abusar da sua imaginação, e bom gosto. Ela arrasou, mais uma vez! E um vestido que poderia ficar super caricato e obvio, fugiu completamente do tradicional, mesmo com uma pegada ultra CHIC e rica em detalhes.
O tema do aniversário da Miúda este ano foi da Minnie. Acho que ainda pelos vestígios da nossa última viagem em família. Então, por ser um tema muito “batido”, eu até diria, os vestidos tendem a ser bem parecidos: mesmo jogo de cores, mesmo corte, mesma proposta. Tentamos fugir ao máximo da mesmice que circunda a ”Minnie Nossa de Cada Dia”. Nunca antes havia escolhido uma Temática Mais Popular – no sentindo POP mesmo, tá? – e Sandra até brincou comigo:
- Casa de Festa? (5 Anos que não fazia NADA em Buffet Infantil) Tema da Minnie? Como assim, Bruna? Achei que irias inventar uma coisa diferente pra festinha das meninas…
Vou confessar que esse ano, pela mesma correria dita acima, eu não tive muito tempo pra pensar e bolar nada “diferente”. Uma pena. Ou não. Melhor… não foi uma pena! Pois saiu TUDO acima do meu esperado, e a festa toda foi SHOW! Vocês vão ver quando postar os detalhes.
Agora, vamos deixar as explicações pra lá e mostrar o tão falado vestido da #Miúda3Anos bora?
Não ficou uma coisa? Esse laço de Tule Preto, essas costas maravilhosas, essa barra da saia toda abaloada, essas mangas de Tule Vermelho tooooda em poá e super moderninha. Tudo absolutamente, TUDO, me deixou apaixonada!
Sandra, vai por aqui também o meu muito obrigada por todo carinho e dedicação a nossa família! E parabéns pelo seu trabalho tão minucioso, e belo. A gente logo nota quando a coisa é feita com AMOR.
Fotos: Mauricio Messa (www.mauriciomessa.com.br)
Mais Informações:
Miúdas Ateliê
E-mail: miudasatelie@gmail.com
Telefone:(81) 3062-6091
Fanpage:https://www.facebook.com/MiudasAtelie
Instagram: @miudasatelie

Mamãe Antenada: Para nunca mais esquecer a hora do remédio do seu filho

Se você é pai, mão ou simplesmente responsável por um pequeno ser sabe o quanto dói vê-los doentinhos, seja com febre, com dor de barriga, com gases, etc.
E quando passamos por isso temos que incluir em nossa agenda a ministração do remédios, fazer um acompanhamento pediátrico, e em caso de reincidência, temos que ter em mente o histórico das medicações dadas. Ser pontual e ter o histórico em mente nessa vida louca que vivemos atualmente é bem complicado! E se você tem mais de um filho, então nem se fala!
Pois bem, diante de toda essa problemática o desenvolvedor Fernando Scalabrini lançou no dia 11/08 um aplicativo, chamado Dodói, que é a ferramenta ideal para organizar – por filho – quais os remédios que eles tem que tomar, de quanto em quanto tempo, e ainda, guardando todo o histórico, para as informações estarem sempre na ponta da língua quando o pediatra perguntar. Ah, claro, ao escolher o intervalo de tempo do medicamento o app toca um alarme para você não passar da hora.
Como vocês podem ver o aplicativo tem um design bem moderno e é bastante funcional, sem complicação nenhuma em seu manuseio. Está disponível em inglês, espanhol e português.
Você tem mais de 1 dispositivo em sua casa? Não tem problema, o Dodói é universal e possui sincronia via iCloud, ou seja, o Pai, a Mãe, a Babá e quem mais for necessário, terão acesso ao aplicativo e compartilhando as mesmas informações. Ele custa US$ 1,99.
Acho que é uma ferramenta que vale super a pena para termos esse tipo de informação sempre bem organizada. Concordam?
#FicaDica
Até a próxima!
Bruna B.
Texto por: Bruna Bresani
Blog: www.blogtechsoeasy.com
Instagram: @techsoeasy

Mãetamorfose no Divã: Futuro dos Filhos

Nem sempre o aluno que tira mais notas boas na escola e na faculdade, é o mais bem sucedido no futuro. Por que será que isso ocorre? Pessoas com alto nível intelectual, inteligentes, mas que não conseguem se fixar em um emprego, que não obtém sucesso na vida profissional. Você sabia que 80% das demissões de empresas não ocorrem por causa de incompetência no campo profissional, mas sim com questões relacionais e comportamentais?
Somos educados a aprender sobre matemática, fisíca, química e outras matérias, no entanto, não somos educados a aprender a pensar antes de agir ou reagir, a recilcar perdas, lidar com frustrações, expor e impor idéias, enfim, não somos educados emocionalmente.
Observamos diariamente pessoas famosas com talento enorme, mas que levam sua carreira ao fracasso por questões emocionais. De acordo com Augusto Cury são reinos que caem, nações que entram em decadência, empresas de sucesso que entram em falência, família unidas que se fragmentam, tudo por causa da inabilidade em lidar com questões emocionais, comportamentais e relacionais.
Muitos pais superprotegem os filhos, os colocam como vítimas das situações, não querem que sejam frustrados, magoados ou decepcionados. Em minha profissão encontro muitos assim, que tentam a todo custo evitar que os filhos sofram, e ai de quem fizer seu filho sofrer, o mundo desaba. O mundo não é cor de rosa, só com pessoas boas e educadas, ondem todos são felizes e respeitam o próximo, infelizmente a vida não é assim. Vamos nos deparar durante toda vida, seja na escola ou na faculdade, no estágio ou no emprego, na família ou no casamento, com diversos tipos de pessoas, boas e más, educadas e mal-educadas, carinhosas e frias, e temos que saber lidar com todos. Hoje é o colega da escola que faz fofoca, que não quer dividir, que falta de respeito com você, amanhã é um colega de trabalho, um chefe ou um cliente que faz o mesmo, e se não tivermos equilibrio para lidar com tais situações, vamos sofrer muito. Não estou dizendo que é para ficarmos passivos diante de tal situação, ou não ensinarmos aos nossos filhos a se defenderem e deixar por isso mesmo, já que o mundo não é tão legal como gostaríamos. Mas os pais tem que deixar de colocar os filhos como vitímas das situações, procurar estimular a autonomia, refletir e orientar diante das situações, buscar resolver da melhor forma possível e buscar tirar uma lição de tudo que ocorre.
Os pais podem e devem estimular a inteligência emocional dos filhos, ou seja, a capacidade de lidar com situações de conflitos e estresse, resolver frustrações e superar limitações. Uma pessoa que não aprende a lidar com seus conflitos, que não busca resolvê-los, simplesmente senta, reclama e chora, vai carregá-lo por toda vida e nunca irá resolver, só irá sofrer e sofrer. Ás vezes escuto “para resolver vamos trocar fulano de escola”, se a criança ou adolescente não for estimulado e educado emocionalmente, irá ter os mesmos problemas em todas as escolas. Trabalhe o emocional de seu filho, estimule a autonomia e capacidade de lidar com os diversos tipos de situações e pessoas, afinal ninguèm é vítima da vida.
Texto pela Dra. Amanda Pessoa de Melo
Psicóloga Clínica e Psicopedagoga
Telefones: (81) 3268.4041 . (81) 3268.0043 . (81) 8805.6680
E-mail: amandapesso@hotmail.com
Instagram: @amandapsicologa_
Aproveita e segue o blog Mãetamorfose no instagram também: @maetamorfose