Como decorar uma mesa de Páscoa com a ajuda dos pequenos.

Alguém dúvida a euforia que as crianças ficam nessa época do ano, principalmente, por causa da magia do coelhinhos e seus ovinhos e do viciante chocolate? Não, né?
Então, é nesse clima lúdico e bem família que este post vem propor para vocês uma diversão em família. Por que não chamar as crianças para montar uma mesa de Páscoa bem legal e colorida?
Uma dica simples e bacana para a mesa do domingo é fazer coelhinhos com guardanapos de pano. Fica charmoso e pode contar com a participação da criançada. Outra ideia é colorir as cascas dos ovos de galinha para serem colocados em bowls de porcelana ou cestas percorrendo alguns pontos chaves da mesa.Vai fazer a diferença, com certeza!
Querem saber como fazer os Ovinhos Coloridos de forma bem fácil?
Anota ai:
PREPARAÇÃO DOS OVOS COZIDOS
- Para que fiquem bem duros: Deixe cozinhando por uns 8 a 10 minutos depois que a água levantar fervura.
- Tire da água fervendo e coloque em água fria corrente até que estejam, ao menos, mornos. Você pode usar água gelada, também. Daí o tempo de imersão é de mais ou menos 3 a 5 minutos.
MATERIAL:
- 15 a 20 gotas de CORANTE DE COMIDA em várias cores.
- 1 colher de sopa de VINAGRE.
- Mais ou menos menos MEIO COPO DE ÁGUA em temperatura ambiente
- VASILHAS. De preferência PRATOS DE PLÁSTICOS descartáveis porque esse corante tinge tudo o que vê pela frente – rsrs.
- COLHERES DE PLÁSTICO – porque são descartáveis. Mas, pode usar palito de sorvete ou então uma luva descartável.
- OVOS COZIDOS – BEM DUROS.
MODO DE FAZER:
- Misture o corante + o vinagre + a água e mexa bem.
- Coloque o ovo dentro da vasilha e vá girando dentro do corante.
- QUANTO MAIS TEMPO FICAR NO CORANTE, MAIS FORTE FICA A COR. E vice versa.
- Deixe os ovos secando encima de um jornal velho.
E querem ver um passo a passo “facinho” de como dobrar o guardanapo de forma bem fofa?
E ai? Animei vocês para tentar isso em casa?
Se quiserem incrementar ainda mais a mesa de pascoa, vocês podem encontrar objetos incríveis de decoração na CASA MODELO em Recife e pelo seu site. Dá uma conferida pro lá…
Nosso Instagram: @maetamorfose

Desfralde, que trabalho que dá.

O livro do cocô (desfralde), livro de feltro — Bæbog, filtbog — Poop book (potty training), quiet book / felt book

Há exatos 15 dias eu percebi que o desfralde não é tão trabalhoso assim. Sim, estou me contradizendo de quando escrevi este post aqui óh: Desfralde Parte I, depois vibrei com esse “falso” sucesso aqui óh: Desfralde Parte II, e também me contradigo quando reescrevi o mesmo título nesta postagem de hoje – Desfralde, que Trabalho que dá!
Sou uma mãe volúvel, me perdoe. Diante dos fatos que acontecem ao redor de uma Vida de Mãe, o que é pra mim, não é pra você, o que é pra hoje, não precisa ser pra já. Mas voltandooooo… O que aparentava impossível há 8 meses atrás, hoje me pareceu facinho, facinho.
A Miúda começou DO NADA – não posso afirmar que é 100% do nada, porque antes eu já tinha insistido demais – a me pedir pra fazer xixi no banheiro, eu disse SÓ no banheiro, ela não pede, ela EXIGE o local, meu bem! Eu já tinha desistido de tentar por um tempo, percebendo que ela não estava “madura” suficiente para fazer o desfralde. Mas precisamente, eu estava a 4 meses sem pensar em desfralde. Até 2 anos e 6 meses, Ela de fato não se incomodava nadinha em ficar com uma fralda toda pesadona e xixada. Nunca havia tirado a fralda sozinha antes, nem esboçado qualquer negação a amiga fralda.
Por vezes, ela ficava só de calcinha em casa, fazia xixi e só avisada depois de tudo pronto, bem ali no chão. Mesmo colocando ela na privadinha, esperando por minutos a fio, ela terminava não completando sua missão.
Tiveram algumas viroses no meio, incluindo várias diarreias que fez a fralda ficar imprescindível.
O tempo tava passando, na escolinha dela não fizeram desfralde coletivo, mas já iam me sinalizando que ela estava começando a avisar ANTES de fazer qualquer coisa.
Opa, alerta “desfralde a caminho”. Será que depois de 2 anos e meio agora ia rolar?
Então, desde Fevereiro que ela começou a avisar ANTES de fazer qualquer coisa. Então, era mais fácil da gente ir lá e colocar ela no troninho. Muitas vezes ela não se aguentava e já fazia no caminho. Muitas vezes ela avisava e já vazia ali mesmo. A boa notícia é que ela já avisada ANTES, o quanto antes era, não importava.
Agora, com 2 anos e 8 meses ela vira pra mim na cama antes de dormir e diz que queria fazer xixi. Eu, na tentativa de colocar ela pra dormir, depois de um dia longo e cansativo, louca que ela fechasse os olhinhos, prontamente, no auge da minha preguiça mor (podem atirar a primeira pedra) de esboçar qualquer movimento, falei:
- Pode fazer xixi, filha! Aqui mesmo. Você está com a fraldinha.
E ela:
- Não, mamãe! “Quéio” fazer no banheirinho.
Apontando loucamente pra porta…
- “Pivadinha”, mamãe! “Pivadinha”…
Na hora nem atinei a IMPORTÂNCIA daquele momento mágico! Demorou uns 5 segundos para a minha ficha cair! Quase que eu colocava o Timing do desfralde por água abaixo. Imagina se ela tivesse me escutado? E tivesse feito o xixi ali? Eu não iria me PERDOAR!
Quando vi a merda – desculpaê o palavrão – que tinha feito, levantei num pulo só pegando ela no braço, ligando a luz do quarto, abrindo a porta do banheiro, levantando a privada, colocando o assento infantil, tuuuuudo numa fração de segundos, como uma Ninja!
Prontameente, abaixei suas calças, tirei a fralda, e a sentei. E ficamos olhando uma nos olhos da outra. Surgiu uma troca de olhares profunda e contida, uma expectativa sem melodia, faltava aquele som. Aquele, sabe? Sim. Nada acontecia, e eu tensa pensava e pegava na fralda pra ver se ela não tinha aguentado chegar até a privada, já numa desilusão sem tamanho, quando de repente lá vem o barulho tão aguardado!
“XIiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii….”
Gritos, eufóricos, de alegria! Eu gritava, ela gritava comigo, chamei meu marido, a Princesa, a babá, papagaio e periquito, todossssssssssssssssssssssssssssss venham ver: A Miúda pediu pra ir no banheiro, DE VERDADE!!!!! Não só por isso, ela pediu, ela aguardou, ela segurou, controlou sua vontade, esperou o tempo certo, FEZ! Ela fez xixi na privadinha como uma mocinha!
Foi muita emoção!
Agora, depois desse episodio a ansiedade era para saber quando ela iria repetir aquele feito!
Será que tinha sido só daquela vez? Será que a gente ia conseguir mais uma vez?
E não é que a danadinha ia repetindo a mesma história dias a dentro. Ela foi correndo contra o tempo, amadurecendo tudo que tinha dentro, e para nosso contento foi tudo a tempo, a tempo de quê, mesmo? No seu momento. No tempo que tinha que ser.
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Uma Pascoa Vintage

Quando os filhos chegam em nossos lares todo vez que uma data festiva se aproxima, a nossa vontade é de encher a nossa casa de mimos e objetos que personalizem aquele momento é ainda maior. Acontece no Natal com suas guirlandas e arvores monumentais, no Carnaval com sua alegria e cores, no São João com o seu café da manhã junino e paramentado, e agora na Páscoa com todo seu simbolismo e doçura. 
Pensando nessa nova tendencia, algumas decoradoras estão caprichando em suas montagens para deixar suas clientes toda-toda na hora de receber amigos e familiares. E uma profissional que me deixou babando pelo seu trabalho foi Karol Rigueira que fez um decoração linda para nossa parceira Gabriela Barros, da Pitanga Fotografia, registrar. 
Nessa época do ano as Lojas de Decoração estão repletas de opções para deixar a sua casa ainda mais bonita para a Semana Santa. Pensando nisso, vale muito a pena dá uma olhada no editorial lindo que Karol preparou inspirado no Clássico dos Livros Infantis: Peter Rabbit. Ela apostou nos coelhinhos de pelúcia e de porcelana, ovos de chocolates em diversos tamanhos e apresentações (coloridos, dourados, retrôs), arranjos de flores naturais, crucifixos, cenouras confeccionadas em tecidos, doces diversos como cupcakes e macarons, cesta de vime, tecidos florais e louça e guardanapos personalizados. 
Haja criatividade e bom gosto. Então, vamos dá uma olhadinha?
 
E teve também uma mesa posta bem rica:
Apaixonante, né? Adorei cada detalhe pensando por Karol Rigueira e retratado com todo carinho pela Pitanga Fotografia. Imagina a carinha dos nossos filhos quando se depararem com tantos coelhinhos e ovinhos dentro de casa? Este data se tornará muito mais encantadora e divertida. 
Créditos:
Decoração: Karol Rigueira 
Doces: Lucinha Cascão, Lana Bandeira, Doce Ofício e Cake Luxo.
Alguns Tecidos: Atelier Ora Bolas
Fotografia: Pitanga Fotografia
Modelo Mirim: a fofa Maria Laura, do @infantilidades_ , que usou look cheio de mimos feito pela própria mamãe.

Mãetamorfose no Divã: O que é Bullying, afinal?

A partir de agora vamos iniciar um tema bastante polêmico, atual e importante entre crianças e adolescentes, o BULLYING, por ser um tema vasto e com muitas informações importantes, será feito como uma série, dividido em algumas partes. A primeira segue abaixo onde há uma explanação sobre o que é, características, protagonistas, enfim, espero que vocês acompanhem os posts devido ao caráter de importância do assunto.
Bullying é uma palavra inglesa que corresponde a um conjunto de atitudes de violência física e/ou psicológica, que ocorre de forma intencional e repetitiva (no mínimo 3 vezes durante um ano), praticado por um agressor (bully) ou um grupo onde a vítima se encontra impossibilitada de se defender ou esteja em desvantagem. No dicionário a palavra bully significa indivíduo valentão, brigão, tirano, mandão.
O bullying sempre existiu nas escolas, mas só passou a ser estudado há uns trinta anos, aqui no Brasil o tema só começou a ser abordado em 2000. Esses estudos distinguem as brincadeiras naturais e saudáveis daquelas cruéis e que passam os limites do respeito ao próximo. Bullying é um tipo de violência que não pode ser mais tratado como algo restrito ao âmbito escolar, já é considerado atualmente um problema de saúde pública. É muito importante que todos que fazem parte da área médica, assistencial, psicológica, pais, educadores, adolescentes, tenham conhecimento sobre o assunto para que possam atuar ajudando na diminuição da quantidade e da gravidade dos casos, que muitas vezes tem como consequências situações trágicas que poderiam ser evitadas.
Há 5 tipos de formas de bullying:
  • Verbal: insultar, xingar, colocar apelidos pejorativos, piadas ofensivas, gozação e tudo aquilo que verbalmente possa humilhar e desrespeitar o próximo;
  • Físico e Material: bater, chutar, espancar, empurrar, ferir, atirar objetos contra a vítima, roubar, furtar ou destruir coisas da vítima;
  • Psicológico e Moral: excluir, irritar, humilhar, isolar, ridicularizar, desprezar, discriminar, aterrorizar e ameaçar, tiranizar, perseguir, intrigas e fofocas, desenhos e bilhetes de caráter ofensivo.
Em casos onde o jovem possui atitudes indisciplinares e/ou inadequadas que fazem com que o grupo se afaste, a exclusão não é considerada bullying, mas consequências de suas atitudes. Nesse caso deve-se procurar os acompanhamentos necessários de forma que possam minimizar tal situação.
  • Sexual: abusar, violentar, assediar e insinuar;
  • Virtual (Ciberbullying): são covardes mascarados de valentões, que se escondem na rede virtual para difamar, perseguir, caluniar o próximo.
Os protagonistas do bullying escolar:
  • Vítimas: normalmente são alunos com pouca socialização, tímidos e reservados que não reagem na maioria das vezes aos agressores. São frágeis emocionalmente e fisicamente, e possuem características que fogem do padrão imposto por um determinado grupo Têm baixa autoestima , ansiedade excessiva, dificuldades de se expressar, como há uma dificuldade de se impor se tornam alvos fáceis e comuns dos agressores;
  • Vítima agressora: são alunos que sofrem ou sofrerão bullying e como forma de compensação praticam com outra vitima mais frágil e vulnerável;
  • Agressores: possuem traços em sua personalidade de desrespeito, maldade, poder de lideramça, podendo agir em grupo ou sozinho. Esses apresentam desde cedo aversão ás normas, não aceitam frustrações nem contradições. Há uma falta de afeto pelos outros, que pode ter origem em lares desestruturados ou no próprio temperamento do jovem;
  • Espectadores: são os alunos que presenciam os bullyings mas que não fazem nada a respeito. Há os espectadores passivos que não fazem nada a respeito por medo de se tornarem a próxima vítima, os ativos que que apesar de não participarem ativamente do ato manifestam apoio moral com risadas e palavras de incentivo, e os neutros que não demonstram sensibilização como se fossem “anestesiados emocionalmente” em função do contexto social que estão inseridos.
É importante destacar que a omissão por parte dos expectadores configura uma atitude imoral e/ou criminosa, assim como uma omissão de socorro frente a uma vitima de acidente de trânsito.
É importante ficarmos em alerta para podermos ajudar as vítimas e combater os agressores o quanto antes, pois o bullying pode causar consequências devastadoras que falaremos na próxima postagem.
Texto pela Dra. Amanda Pessoa de Melo
Psicóloga Clínica e Psicopedagoga
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