Mãetamorfose no Divã: Futuro dos Filhos

Nem sempre o aluno que tira mais notas boas na escola e na faculdade, é o mais bem sucedido no futuro. Por que será que isso ocorre? Pessoas com alto nível intelectual, inteligentes, mas que não conseguem se fixar em um emprego, que não obtém sucesso na vida profissional. Você sabia que 80% das demissões de empresas não ocorrem por causa de incompetência no campo profissional, mas sim com questões relacionais e comportamentais?
Somos educados a aprender sobre matemática, fisíca, química e outras matérias, no entanto, não somos educados a aprender a pensar antes de agir ou reagir, a recilcar perdas, lidar com frustrações, expor e impor idéias, enfim, não somos educados emocionalmente.
Observamos diariamente pessoas famosas com talento enorme, mas que levam sua carreira ao fracasso por questões emocionais. De acordo com Augusto Cury são reinos que caem, nações que entram em decadência, empresas de sucesso que entram em falência, família unidas que se fragmentam, tudo por causa da inabilidade em lidar com questões emocionais, comportamentais e relacionais.
Muitos pais superprotegem os filhos, os colocam como vítimas das situações, não querem que sejam frustrados, magoados ou decepcionados. Em minha profissão encontro muitos assim, que tentam a todo custo evitar que os filhos sofram, e ai de quem fizer seu filho sofrer, o mundo desaba. O mundo não é cor de rosa, só com pessoas boas e educadas, ondem todos são felizes e respeitam o próximo, infelizmente a vida não é assim. Vamos nos deparar durante toda vida, seja na escola ou na faculdade, no estágio ou no emprego, na família ou no casamento, com diversos tipos de pessoas, boas e más, educadas e mal-educadas, carinhosas e frias, e temos que saber lidar com todos. Hoje é o colega da escola que faz fofoca, que não quer dividir, que falta de respeito com você, amanhã é um colega de trabalho, um chefe ou um cliente que faz o mesmo, e se não tivermos equilibrio para lidar com tais situações, vamos sofrer muito. Não estou dizendo que é para ficarmos passivos diante de tal situação, ou não ensinarmos aos nossos filhos a se defenderem e deixar por isso mesmo, já que o mundo não é tão legal como gostaríamos. Mas os pais tem que deixar de colocar os filhos como vitímas das situações, procurar estimular a autonomia, refletir e orientar diante das situações, buscar resolver da melhor forma possível e buscar tirar uma lição de tudo que ocorre.
Os pais podem e devem estimular a inteligência emocional dos filhos, ou seja, a capacidade de lidar com situações de conflitos e estresse, resolver frustrações e superar limitações. Uma pessoa que não aprende a lidar com seus conflitos, que não busca resolvê-los, simplesmente senta, reclama e chora, vai carregá-lo por toda vida e nunca irá resolver, só irá sofrer e sofrer. Ás vezes escuto “para resolver vamos trocar fulano de escola”, se a criança ou adolescente não for estimulado e educado emocionalmente, irá ter os mesmos problemas em todas as escolas. Trabalhe o emocional de seu filho, estimule a autonomia e capacidade de lidar com os diversos tipos de situações e pessoas, afinal ninguèm é vítima da vida.
Texto pela Dra. Amanda Pessoa de Melo
Psicóloga Clínica e Psicopedagoga
Telefones: (81) 3268.4041 . (81) 3268.0043 . (81) 8805.6680
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Mãetamorfose Tu: A Dor

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“Uma vez li um relato sobre os aperreios logo que a Miúda nasceu. Meu bebê estava com mais ou menos quatro/cinco meses e pensei: “Meu Deus, que mulher forte! Não sei como ficaria se precisasse passar por algo parecido”. No teu depoimento, ainda havia um espaço para outras mães contarem situações parecidas e que, mesmo depois de tanta dor, conseguissem ter outro(s) filho(s). Agradeci a Deus por ter me dado um filho saudável e cheio de energia e pedi bençãos para tantas mães que, mesmo com tantas dificuldades, seguiram firmes e fortes.
No dia 17/04 meu filho completou oito meses e, pela primeira vez, não pude comemorar. Ele havia adoecido e naquela semana eu estava vivendo um pesadelo, entre idas e vindas das emergências pediátricas. No dia 19/04, depois de mais uma ida à emergência ele precisou ser internado com urgência. Outras mães que estavam lá com seus pequenos me deram muita força e falaram que isso era normal. “Uma hora eles ‘pregam’ sustos na gente. Você vai ver como passa rápido”, me falavam. Com mais ou menos uma hora de internamento no apartamento a pediatra responsável pelo atendimento dele me falou que precisaria ser levado para UTI, pois o quadro estava muito grave e ele precisaria ser acompanhado 24h. Meu mundo desabou, mas fiquei forte, para que meu pequeno não sentisse meu sofrimento e sofresse ainda mais. Entre grandes pioras e minúsculas melhoras, não perdi a esperança nenhum segundo. Ele estava com infecção generalizada grave e, como ele já havia sido diagnosticado anteriormente com infecção urinária, a função dos rins estava bastante comprometida. Passei quatro dias dentro daquela UTI. Fazia questão de acompanhar cada procedimento que fosse permitido a minha presença. Na noite do dia 22/04 meu bebê tornou-se um anjo. A partir dali, nada mais fazia sentido pra mim. Outras mães que estavam comigo ali tentavam, de alguma forma, me confortar. Elas, que também estavam passando por situações semelhantes. Sofri, como jamais achei que sofreria. Ainda sofro muito (não está sendo fácil relatar tudo que vivi) e sei que vou sofrer sempre.
Depois de alguns dias tentei, na medida do possível, seguir em frente. Graças a Deus meu filhote foi muito amado por todos que o conheceram (inclusive a médica que o internou me ligou para falar o quanto estava sentida com tudo o que havia acontecido). Recebi apoio de todos os lados. Depois comecei a lembrar das outras mães que estavam lá no Hospital e que a maioria não teve um dia sequer com seu filho fora daquele lugar. Não têm a oportunidade de acompanhar o desenvolvimento, as gracinhas, ou simplesmente passear com eles. São mães que passaram a morar numa UTI e que, ainda assim, sorriam.
Choro todos os dias por não ter mais meu pequeno comigo, mas agradeço por ter tido a oportunidade de aproveitar ao máximo esses rápidos e intensos oito meses e cinco dias.
Por quê te escrevo? Porque teu relato e o relato de outras mães que já vi por teu blog ainda me ajudam muito a passar por tudo isso. Meu sonho de ser mãe não acabou. Hoje, sei que quem cuida de mim é meu filho, mas quero ter a oportunidade de cuidar de outros anjinhos, pois não acho justo guardar tanto amor comigo.
Bruna, obrigada por compartilhar tantas mensagens positivas no teu blog e por mostrar que ser mãe é uma verdadeira transformação. Tenha certeza que isso ajuda muita gente.
Beijos,
Vanessa Santos – Mãe do anjo Victor Hugo.”
Aqui está um email recebido na última sexta feira (13-06-2014).  Um email que fala de Dor. De perda. De coragem. E de muita Fé! Vanessa quis compartilhar sua história com a gente. A passagem do seu anjo Victor Hugo na terra. Para nos fortalecer. Para se fortalecer. Falar, escrever, qual seja a forma, muitas vezes nos ajuda a “digerir” os acontecimentos da VIDA.
Pura emoção.
A você, Vanessa, todo meu apoio, gratidão, e admiração. Força!
Que Deus possa acolher seu coração dolorido de Mãe, e acalentá-lo da melhor forma possível. Amém.
Bruna
Sobre o meu post que a Vanessa comentou no texto acima:  Os dias que, apenas, vivi.
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Mamãe Antenada: Aplicativos Infantis Duckie Deck

Olá, gente! Desde março que “não dou as caras” por aqui, mas hoje cá estou para lhes falar de algumas novidades que surgiram no âmbito dos games educativos nesse primeiro semestre! A Duckie Deck, empresa desenvolvedora de aplicativos infantis da Polônia, lançou 4 aplicativos muito legais para a turminha kids, principalmente voltado para crianças com idades entre 2 e 8 anos.
O que mais me chamou atenção é que eles resolveram não trazer conceitos já comuns nos jogos educativos atualmente disponíveis nas lojas de aplicativos – como os que abordam questões da higiene pessoal, organização de uma casa, quarto, noções de empreendedorismo, etc – e deram  destaque a outros pontos de vista da educação de uma criança não menos importantes. Vamos aos apps?
MONSTERS
Com esse game o seu filho irá acender as luzes para dar “Oi!” aos novos amigos dele! Pois, muito embora os monstrinhos do Monster possam parecer assutadores no escuro, no acender das luzes seu pequeno perceberá o quão fofas e brincalhonas são essas criaturinhas!
Como a questão “medo de escuro” atinge a maioria das crianças em um dado momento da vida, esse game chegou para ajustá-la melhor a essa situação, mostrando de uma forma bem divertida que não há o que temer! Olhem só o vídeo que mostra o Monster em funcionamento:
De facílimo manuseio, com um acabamento visual encantador e efeitos sonoros cativantes está aí uma ótima opção para auxiliar seu filho na “terapia do escuro”.
Ele custa US$ 2,99 e é ideal para crianças entre 2 e 5 anos.
Link para download: http://goo.gl/hkOIx1
HUFF’N'PUFF
Com o Huff’n'Puff foi explorado um modo diferente da criança interagir com o gadget… aqui através do sopro ela verá a mágica acontecer em mais de 20 cenários onde a sua respiração intervirá para apagar velas, inflar um balão ou fazer desaparecer migalhas. Tudo, claro, com gráficos lindos e efeitos sonoros fofos! Deem só uma olhada no vídeo de divulgação do joguinho:
Aí está um game que pode ser utilizado, inclusive, auxiliando crianças na terapia da fala ou na yoga voltada para crianças. As possibilidades são muitas!
Ele custa US$ 1,99 e é ideal para crianças entre 2 e 5 anos.
Link para download: http://goo.gl/juytYZ
SANDWICH CHEF
Ah, se toda criança gostasse de cenoura como gosta de chocolate, não é? Está querendo acostumar seu filho com hábitos mais saudáveis, mas sem sucesso? Que tal na hora da refeição colocar ele pra brincar com o Sandwich Chef? Esse aplicativo estimula a criatividade das crianças, fazendo com que ela crie verdadeiras “obras de arte” com os ingredientes naturais virtuais disponibilzados para ela no aplicativo. E já pensou você poder fazer na comida de verdade o que o seu filho criou brincando no game?!
Dessa forma fica mais fácil inserir na rotina dos pequenos uma alimentação mais saudável, equilibrada, que encanta os olhos, constrói o apetite, e ainda, estimula a criatividade. Deem o play no vídeo promocional e vejam como essa mudança na alimentação pode ser feita brincando:
Duckie Deck Sandwich Chef from Duckie Deck on Vimeo.
Ele custa US$ 1,99 e é ideal para crianças entre 3 e 8 anos.
Link para download: http://goo.gl/AH958P
TRASH TOYS
No mundo real o estímulo a reciclagem e a negócios mais sustentáveis já é super difundido, com o Trash Toys a Duckie Deck visa plantar a sementinha desses conceitos nos pequenos, através do mundo virtual, desde muito cedo.
Nele uma enorme variedade de probabilidades é dada a criançada para montar os seus brinquedo a partir do lixo… com latas de spray de tinta que podem ser personalizadas, com uma infinidade de bugigangas fornecidas pelo aplicativo, em formato de olhos, pernas, cabelo e muito mais.
Afinal de contas, quem precisa de uma loja de brinquedos quando é muito mais divertido criar os seus próprios a partir dos lixos disponibilizados no game? Dá só uma olhada no vídeo pra ver como funciona o jogo:
Ele custa US$ 0,99  (preço especial de lançamento!) e é ideal para crianças entre 3 e 8 anos.
Link para download: http://goo.gl/iw8aG8
*Em razão da faixa etária para qual esses aplicativos foram criados, nenhum deles possuem compras in-app.
É isso, gente! Espero que tenham gostado das novidades!
Até a próxima!
Bruna B.
Texto por: Bruna Bresani
Blog: www.blogtechsoeasy.com
Instagram: @techsoeasy

O Incidente do Brinquedão

Imagem: www.mamatraca.com.br

Semana passada passei a primeira situação “inusitada” pós desfralde diurno COMPLETO. Completíssimo. A Miúda já não mais usa fralda durante o dia, nem pra Cocô, nem pra Xixi. Ela tá amiga da privada. Não fica mais “sem jeito” em fazer o #2 por lá. (Para entender mais sobre o desfralde lá em casa clica aqui!)
E baseada nessa noticia maravilhosa, fomos com ZERO fraldas pra um aniversário de criança em uma pizzaria, cuja a única atração era um super brinquedão. Daquele enormes, todo cheio de sobe e desce, labirintos e piscina de bola. Cheinha. Pronta pras crianças se esbaldarem.
Eu fiquei sentada na mesa principal da festa, conversando com as mães das amigas da Princesa. Um momento de reencontro, sempre bom pra gente falar sobre a escola delas e colocar o assunto em dia, já que não são minhas amigas pessoais, porém temos a coisa mais preciosa das nossas vidas em comum: nossas filhas e a amizade entre elas. Empolgação. Conversa vai, conversa vem, eis que surge a Princesa e Julia, uma amiga especial, me avisando que tinham pegado em cocô lá no meio da diversão.
Eu meio atônita com a informação – Como assim vocês pegaram em Cocô? Da onde surgiu, pelo AMOR! – Com as mãos repletas de Merda (desculpa aê!), lá fui eu com as meninas ao banheiro para lava-las. A Mãe da aniversariante, super fofa, foi logo nos trazendo um álcool em gel pra amenizar a situação.
No meio desse reboliço, descobri que não só a Princesa e sua amiga haviam se melado com o Bendito Cocô do Brinquedão. Toda a FESTA estava pavorosa, fazendo fila no banheiro para tentar eliminar aquele cheiro, e toda aquele “marronzão”. Até a aniversariante, coitada, tava numa busca desvairada por outro look sem ser premiado pelo Cocô do Brinquedão. Tome a abrir seus presentes, antecipadamente, torcendo pra trocar por alguma roupitcha de lá.
Nesta noite “emerdarada”, fui lá no brinquedão avaliar o acontecido e buscar mais informação. Já tava na ponta da língua: - Vamos interditar esse brinquedão!
Vi alguns rastros pelo chão, vi algumas crianças se alto avaliando pra saber se também estavam meladas, vi alguns pais, assim como eu, buscando explicação. O responsável pelo restaurante logo tomou pé da situação e mandou, finalmente, interditar o brinquedão.
Nesse meio tempo, a Princesa veio correndo, eufórica e sem tempo, avisar que a Miúda estava lá com Didi, nossa Babá, a me chamar! Segundo ela, alguma coisa havia acontecido com o “dedo” da sua irmã, esqueci o ocorrido da “merdalândia” e fui loguinho procurar a Miúda achando – com todo “otimismo maternal” ao ser pega de surpresa por uma filha ofegante – que seu dedo tinha entronchado, ou entortado, ou coisa assim, e assado.
Ao chegar em outro banheiro, lá estava NUA em pêlo, ela: a Miúda. Didi, a babá desesperada-morta-na-farofa-de-vergonha, estava limpando, Só Deus Sabe como, toda menina dos pés a cabeça, e tome água na bichinha. O Saldo? Uma calcinha e duas meinhas foram direto pro lixão. Por alguns instantes, Eu constatando a responsável pela situação crítica do aniversario da amiga da Princesa, que já tinha levado a Miúda de Brinde, tinha acabo de dar “um Brinde” ainda maior a Dona da festa!
Em meio a uma crise de riso, e buscando entender como tudo havia acontecido, comecei a ajudar na limpeza geral da Miúda, e perguntar:
- Ela NÃO pediu pra ir ao Banheiro, não?
- Dona Bruna, ela tava toda empolgada, lá em cima naquele altão, segurou quanto pôde, bichinha! Quando avisou já era tarde…. Veio descendo por todo brinquedão, toda cheia de cocozão.
Deixou o seu legado…
Visto e comprovado por todos. De fato.
(HAHAHAHAHAHAHA… calma, só de lembrar eu morro de rir).
Meu Deus. Num misto de vergonha e acabando de ver uma das cenas mais cômicas, se não fosse “trágica”, lá vai eu terminar de ajeitar a minha filha e leva-la pra Mesa do Aniversario – já que a única atração não estava aberta a visitação  - dando a “Boa Nova” sobre como aconteceu toda aquela confusão.
- Olha aqui a responsável por interditar o brinquedão! (Aplausos! #sóquenão)
Todas as mães suuuuuuuper compreensivas, riram junto comigo, já que criança tem dessas coisas, e incidentes como esses teimam em acontecer.
Fomos logo tratar de adiantar a rodada de pizza pra geral, cantar os parabéns e distrair o quanto desse, para desfocar do Playground.
E a Miúda, zero noção sobre o ocorrido, tava serelepe e louca pra voltar pra lá!
- “Quéio”, “binquedão”, mamãe! Eu “quéio” ir “pá” lá!
Mais uma história das boas pra contar! 
Ps: Durante tooooodo o tempo que desse, estava eu conversando lindamente com a Miúda, explicando a importância dela ter decido antes lá de cima, dela ter nos avisado antes, dela ter nos pedido antes. Por causa dela ter segurado tanto o cocozin, nenhuma criança, inclusive ela, estava liberada pra voltar pro tão querido brinquedão.
- A vontade veio, pequena, chama logo mamãe, papai, Didi, quem mais fosse, pra levar você pro pinicão! Assim, não precisa acabar com a diversão! 
Beijão! :)
Hehehehe… tinha que terminar rimando. 
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