Incentivando o Vínculo entre Pais e Filhos

“Nos primeiros meses de vida, Mãe e filho estão extremamente conectados. Nessa fase é normal acontecer do pai se sentir meio de lado. E a mãe muitas vezes, por estar toda envolvida na “maternidade”, nem percebe. A gente sabe que não é apenas o vínculo mamãe-bebê que é importante para o desenvolvimento infantil, o pai presente faz toda a diferença.
Só que o vínculo não aparece do nada. Ele é construído no dia a dia. E para que o pai se aproxime do filho e se envolva com ele é preciso, antes de mais nada, de espaço e de tempo. E nisso, a gente pode ajudar e muito. Por exemplo: a gente dar de mamar, ele coloca pra arrotar.  Também é importante que você o deixe sozinho com o filho. Mostrando que confia nele e que, afinal, vocês dois estão aprendendo a ser pais…
Fonte: Educar para Crescer
Eu sei que muitas vezes a gente precisa se controlar para não interferir no tempo e nas funções que combinamos com o papai pra comandar. Mas é essencial que deixemos e que incentivemos esse tempo junto, pai e filho. Não é só em caráter de cobrança, hein? (Me pego horrores dando uma de #fiscalpaterna e isso é uóh, eu sei). Esse vínculo entre o papai e as crianças é um bem para o desenvolvimento afetivo e emocional dos nossos filhos e da nossa família como um todo.
Quando os filhos crescem não é diferente. As mães cada vez mais tem seus afazeres profissionais assim como os pais, e em minha opinião, eles devem compartilhar esses momentos com os filhos, sim. Seja num simples fato de levar as crianças na escola, ajudar na tarefa de casa, ajudar a escovar os dentes…  Essas “obrigações” que muitas vezes eram exclusivas das mães também podem ser compartilhadas. Não só a parte de  ensinar a pedalar, a patinar e os esportes radicais! Hein, papais? ;)
As vezes eu me pergunto: Por que só a mãe que tem que olhar a agenda do filho, saber o que está acontecendo na escola, procurar saber como anda os estudos dos filhos e suas interações sociais? Vejo cada vez mais os homens realizando esse papel, Graças a Deus (AÊêêêê!). Trocar uma roupa da criança, pentear os cabelos, ajudar a calçar um sapato, ou prepara-la pra dormir também entra no bônus, tá?
Os pais que simplesmente não se envolvem, em minha opinião, deixam de usufruir desse contato mais integrado e de todo o bem que isso nos trás, é um crescimento não só pra criança, nós, adultos, aprendemos demais com eles. Sem a participação ATIVA, o vínculo com o filho é quebrado (não que seja inexistente, entendam bem, mas uma lacuna aparece, sim), e eu morro de pena, pois não só o pai sai perdendo, mas a criança também, e muito. Por isso a nossa preocupação em sempre “cutucar” o marido, quando achamos que ele tá envolvido demais com outras prioridades. Os homens nem sempre têm esse feeling, né? E se não é a gente sinalizando, infelizmente, vejo muitos passarem despercebidos em relação ao tempo com as crianças. Não estou generalizando os Pais, tá gente? Conheço Pais que exercem seus papeis com muito zelo, preocupação e empenho daqueles! Que cuidam melhor que muita mãe por ai…
Nos finais de semana é mais fácil da gente receber aquela ajudinha amiga dos papais! Mas durante a semana, é massa quando os pais tentam adequar as agendas para se inteirar da vida dos filhos, e ser mais participativo da rotina mesmo. Não é tarefa fácil! Nem pra gente, e não será pra eles. Mas todo os esforço é válido e valorizado! Vamos combinar? Vale elogiar o maridão quando ele se desdobrar pra colocar uma fralda, ou colocar o filho pra dormir, hein? Não só de cobranças vive o homem! Reforço positivo e cheio de admiração é sem bem vindo. Falo isso principalmente para os Papais que se consideram mais “desajeitados”, com a prática e o habito tenho certeza que eles vão dá um show!
Pensando sobre o tema, esta semana postei no instagram essa foto aqui embaixo:
E escrevi: Tão vendo esse dois aí? Então, A dez minutos atrás tavam no maior “arranca rabo”. O papai chegou do trabalho, deixei os dois a sós no quarto para eles se curtirem. Um tempo só pros dois. Minutos depois o pai foi prepara-la pra dormir e a Miúda começou com a resenha habitual dela na hora de se vestir. Coisas que eu e a baba enfrentamos TODOS os dias nos momentos de escolher a roupa. Sabe aquela fase que a vestimenta só agrada por um minuto? E ela resolve mudar de segundos em segundos? Pronto. Foi um troca troca de pijamas daqueles!
No início o Papai Tava até paciente, mas a insatisfação da Miúda foi tanta, que o negócio foi esquentando, a malcriação foi chegando, misturada ao sono… Não deu outra. A paciência inicial dele foi logo embora. Ela se debateu, chorou e esperneou. Eu na cozinha estava, na cozinha fiquei. E Pensei: “Deixa eles se resolverem!” E no fundo também acho importante ele sentir “na pele” o que a gente passa. Sabe?
(Ele vai ler isso hehehehe)
Continuando… Fiquei Só escutando o choro, o falatório, o castigo que o pai deu, uns gritos, mais choros. Até ele vir com ela no braço, inchada que só ela de chorar, aparentemente mais calma. Soluçando. Ele Tava com uma cara…
Visivelmente respirando fundo, sentamos na mesa pra jantar. A miúda com a calça de um pijama, a blusa de outro. Tudo bem! O resto vocês já devem imaginar… Conversamos com ela. Trabalho em equipe. Nessa hora decidi ajudar!assado a tormenta, aqui estão eles, agarradinhos. Como se nada tivesse acontecido. Vai e vem ele se lamenta sobre o acontecido e eu só repito: “não é nada fácil educar!” Não é? Alguém já viu esse filme em casa?
Então, Mães e Pais leitores do Mãetamorfose. Final de semana ta aí fica mais fácil de construir esse tempo junto, e fortalecer esse vinculo com os pequenos. Só não deixem a peteca cair tanto durante a semana. Eu sei que vocês vão dar um jeitinho. Nós vamos tentar daqui, bora tentar dai? :)
Um ótimo fim de semana em família para todos.
Nossa Fanpage: /maetamorfose
Nosso Instagram: @maetamorfose

Decore Salteado: Proteção de Cama

Há pouco tempo nos mudamos de apartamento, e fiz um quarto pras meninas que estou apaixonada. Resolvi em comum acordo com a Princesa, mesmo com a diferença enorme de idade, que ela dividiria o quarto com a sua irmã mais nova. Até agora está dando certo. Sei que quando a adolescência chegar, o bicho pode pegar! hehehehe…
Enfim, pelo instagram (aproveita e segue a gente lá @maetamorfose) algumas pessoas já tinham notado através das fotos a “grade de proteção” da cama da Miúda e ficaram curiosas para eu contar sobre ela. Pois bem aqui está:
Sente a pose da micro pessoa!
Eu tive a maior dificuldade em achar alguma opção boa e barata de proteção para a cama da Miúda, já que a cama dela é “solta” no quarto. Tudo terminava acabando com a Decoração, e nada realçava. Queria alguma coisa que não brigasse com o restante, então, só me restou o Acrílico sugestionado pela minha amiga arquiteta Mariana Russo, da Russo Ventura Arquitetura.
Não é uma opção barata , tá, gente? Mas valeu o investimento. Ficou exatamente como eu queria, por ser transparente não tira a visão dela do restante do quarto e da tv, além de proteger as dormidas da nossa Miúda com estilo. Podem falar! :)
O guarda corpo é preso na própria cama, e posso retirá-lo quando ela crescer mais um pouco. A miúda adora ficar entre eles, se sente acomodada. Na hora do sono ainda recheio as beiradas de travesseiros e rolinhos. E aí? Gostaram dessa dica de decoração e proteção de quarto infantil? Podem comentar por aqui.

Os dias que, apenas, vivi.

Esta semana achei o celular da época do nascimento da Miúda. Com alguns registros daquele momento. Me auto incentivei a retomar os textos, trazer novamente: Os dias em que, apenas, vivi. (clica ao lado e ler a primeira parte antes de continuar por aqui)
Na manhã do dia seguinte, parecia que eu sabia. Me organizei mais do que costumava fazer até ali. Coloquei o meu melhor vestido para quem amamenta e uma sandália arrumadinha, só não tive forças para secar meu cabelo (pra mim, sair de cabelo molhado é o fim. E até então, não sabia há 8 dias o que era passar um pente descentemente, imagina uma escova e um secador bem quente? Não lembrava nem que estes existiam, verdadeiramente), mas eu tava com uma carinha melhor. Meu marido também.
Algo ele me escondia, porém eu nem havia notado que ele já sabia o que logo mais ia ser notícia pra mim. (Ele tinha ligado pro médico antes de sairmos de casa,  sem eu saber).
Chegando a NeoNatal, fui logo ao ritual. Tirar as alianças e relógio. Lavar bem as mãos, braços e unhas. Secar tudo. Colocar a bata, e os protetores de pés. Dei meu habitual bom dia, consegui soltar alguns sorrisos. Olhei firme em direção a incubadora da minha Miúda. Lá estava ela, linda como sempre. Dormindo de bruços. O bico mais lindo que já havia visto em todo o mundo.
Olhei pras enfermeiras, e pedi pra colocá-la em meus braços. Já estava mal acostumada, e não a queria em outro lugar. Também Não hesitei em perguntar:
- Vamos aumentar os MLs pra ela tomar? Posso aumentar o tempo dela no Peito? Posso dar meu peito agora?
Praticamente em coro, as enfermeiras responderam assim:
- Calma, Mãezinha. Primero, trouxe a roupinha de Isinha? A Dra. está chegando pra lhe dar uma boa notícia.
Sem demora a Dra. Pediatra apareceu e me correspondeu:
- Hoje vocês saem daqui!
Meu peito que andava apertado, rompeu-se frouxo. Meu coração disparou, meu ar “se apagou”. Barriga logo ficou fria! Que euforia! Meu sorriso desenfreou-se nervoso.
- JUREM?
Todos balançavam a cabeça num sonoro: SIM!
- Vá em casa pegar as roupinhas dela, mãe! (Alguém repetia! Ou era o eco em minha mente? Talvez despejos de emoção sob o que eu naquele instante ouvia).
E eu sem norte me sentia, sem saber nem o que faria depois dali. “Vou pegar a roupa? Sair de perto dela? Fico? Espero? Peço pra alguém trazer “praqui”?”
Quem disse que eu queria largar ela de mim? Decidi. Pedi pra meu Marido providenciar tudo, junto a minha mãe.
- Vão “simbora” pegar O MUNDO! Quem é louco de me tirar daqui? Agora só saio com ela em meus braços… (Meu Bem! Tive forças pra repetir meus atrevimentos de sempre).
Aguardar as coisas dela chegarem, durou um século. Sentei com ela na mesma poltrona que passamos estes dias, chegaram os médicos, nosso anjo – Dr. Lúcio Flávio – a esta altura já se fazia presente. Vocês ainda vão escutar muito sobre esse daí.
Trataram logo de me explicar os próximos passos, como seria o nosso dia fora da NeoNatal, todos cuidados… Voltamos pra um dos quartos da maternidade. Pra mim, daria a LUZ novamente a poucos instantes dali.
Senti como um novo recomeço.
“Agora vamos partir do inicio…”, como se poder eu tivesse para mudar o nosso destino e a trajetória que tínhamos atravessado até ali.
Chegaram suas roupas, novamente pude abrir a sua mala da maternidade recheada. Todos os conjuntinhos montados, esperando para lhe vestir. Mais uma vez.
Escolhi um diferente do seu primeiro dia de vida. Como se assim, pudesse mudar o andamento dos dias, boa nova e fluidos retornariam só em ter feito de outro jeito, não mais como da primeira vez. (Haja superstições, podem falar!)
Agora vamos entrar nesse quartinho de hospital, meu Anjo, com o pé direito. Para reviver com o coração menos apertado o seu nascimento!” Pensei alto, andando com ela em meus braços pelos corredores do hospital!
Nessa altura, já tinha todas as diretrizes e condutas do que fazer com ela. A forma de alimentar, as mamadas podiam ser dadas com intervalos de 1 hora, APENAS 5 minutos de peito.
Ela continuava uma bebê esfomeada. Resultado: MUITO CHORO.
O seu pediatra já decretara: “Ela tem que ter uma enfermeira 24 horas”.
Já saímos pro quarto com as eleitas.
Era um revezamento de 5 por 100.
Entrava uma, saia outra, entrava mais uma e saia também. Foi assim atééééé em casa. Passamos exatos um mês nessa loucura após a chegada ao lar! (Sua filha de mão em mão é terrível! Foi agoniante. Merece um post sobre isso também).
Ficamos um pouco mais de 24 horas no quarto de hospital que mais parecia um hotel, de tanta felicidade em poder dormir agarradinha com minha filha, enfim. Ela chorava, viu? Ela não acreditava que a mãe, eu mesma, teria a coragem de arrancar meu peito “sem piedade”. Mal sabia ela, que doía mais em mim, do que nela.
Foi uma noite em claro! Muitas incertezas ainda nos rondavam. Seu choro incessante me rompia a alma. Mas pra mim, o pior já tinha passado. Acreditava piamente em sua recuperação. Acreditava que fazer alguma intervenção cirúrgica ficava cada vez mais distante.
O nosso médico-anjo sempre reiterava: Ela pode passar o resto da vidinha dela sem precisar fazer nada! Vamos acompanhar o cisto de duplicação duodenal de tempos em tempos para ver. 
Por mamar por pouco tempo, a Miúda não regurgitava (amém!). Não enchia o bucho, como diz o sábio matuto! Por isso, cada minuto acrescentado na mamada, sem vômitos era OURO. Eu passaria noites e horas a fio com ela no colo em pezinha. Não a deitava nem por um decreto pra não ter perigo do leite voltar. No outro dia, com mais calma. Pedi pra trazerem a Princesa para finalmente rever a irmã. Eu precisava me fortalecer também, e a Princesa é uma das fontes de energias mais puras, que até  hoje arranca minha força motriz.
Foi exatamente nesse momento aqui:
No final desta mesma tarde, o anjo – Dr. Lúcio Flávio – veio nos visitar. Ele decretou: amanhã logo cedo vocês não mais estarão aqui!
Felicidade, novamente, não cabia em mim!
Esquematizamos nossa volta pra casa. Pedi pra limparem novamente o quarto da Miúda.
- Arruma tudo que estamos chegando…
Era a frase que mais queria pronunciar, desde que tinha colocado meus pés naquele hospital. E assim o fiz. Entrar com ela no carro já era uma emoção, colocar o cartão de estacionamento na catraca do hospital no sentido da saída, foi outra emoção. Olhar a rua e a vizinhança de casa, o transito, o que fosse externo aquele hospital era LINDO!
Estacionar o carro na garagem fez pular meu coração. Andar e encontrar com os vizinhos, a perguntar: “Esta é a nova Princesa?
- Sim. Uma Princesa já Guerreira. Teimo em fazer versões de realezas assim!
Entrar no elevador, me deparar com o espelho, ao meu lado direito, Jorge (meu marido!), ao meu lado esquerdo, a Princesa. Em nossa companhia a enfermeira, nossa fiel escudeira por tempos. Nossa família! Completa.
Eu não conseguia acreditar! Tantas rezas, tanto choro, tanta angustia, tantas incertezas, e um primeira vitória: Voltar para casa, com ela. Dessa vez fora da minha barriga. Tinha demorado mais um pouco do que imaginava, mas foi realizado.
Abri a porta de casa, mostrei cada cantinho do nosso lar pra ela, a Miúda.  Chorava e sorria. Lagrimas Salgadinhas (e felizes) caiam sob meus lábios. Sob o olhar da Princesa, eu continuei a “peregrinar” até o corredor. Abri mais uma porta, dessa vez a do seu quarto. Tudo que havia idealizado, comprado e montado estava lá. Sentei com ela na poltrona de amamentação, olhava pra ela. Olhava ao meu redor. Procurava o olhar da Princesa e de Jorge. Voltava o olhar pra ela. Era como se disséssemos um para o outro: Felicidade é isso? Só pode ser, né gente?
Incrédulos. E felizes. Que sensação.
Interrompida pela Própria Miúda que voltou a chorar. Era fome. Peito fui dar…
(A Miúda, após sua chegada em casa passou a viver uma vida normal. A não ser pelos exames e visitas aos médicos que sempre aconteciam. Esse acompanhamento de imagens de três em três  meses e esse negocio de viver monitorando seu filho e suas reações, acaba com o emocional de uma mãe. Não posso mentir. O próximo post será falando de como foi a nossa vida até a Miúda, finalmente, fazer sua cirurgia. Sim, ela terminou passando por uma cirurgia. Aguardem que conto tudo pra vocês!)
Quer ler o primeiro Post sobre o tema?
Acessa: http://maetamorfose.ne10.uol.com.br/os-dias-que-apenas-vivi/
Nosso instagram: @maetamorfose

Livros Infantis Para Tratar de Assuntos Delicados

O Porquê de utilizar livros infantis para tratar assuntos “mais delicados”?
Porque eles dão um norte na conversa. Muitas vezes a gente fica confusa, até mesmo de como iniciar uma conversa com nossos filhos em se tratando de algo que possa mexer bastante com a cabecinha deles, ou até mesmo, com sua emoção.
Se podemos contar com o nosso amigo livro para abordar assunto como a chegada de um novo irmão, ou  um tema como sexualidade (pra mim um dos mais difíceis), melhor.
O livro nos ajuda a dar uma explicação lúdica, e até mesmo adequada pra idade da criança. Eu, particularmente, fico bem confusa até onde posso ir. Até que ponto do assunto eu posso “assumir” e mostrar. Imaginando o que ela pode já saber, ou não.
O livro orienta os pais como usar uma melhor linguagem pros pequenos entenderem. Com o primeiro filho, então, eu acho uma santa ajuda.
Não tenham “vergonha” de recorrer a um livro pra explicar alguma coisa pros seus filhos. A gente trava mesmo!
Agora, é só escolher um Bom Livro pra isso.
E Boa leitura  em conjunto!
Dicas de livros pela Psicoterapeuta Dra. Amanda Pessoa de Melo: 
Vou ganhar um irmãozinho! Menino ou menina? De Mymi Doinet, Ed. Girassol.
O Que é Que Eu Faço, Afonso? De Sônia Barros, Ed. Atual.Quero ser meu irmãzinho. De Saruê, Ed. Melhoramentos
Quero ser meu irmãzinho. De Sandra Saruê, Ed. Melhoramentos.
Um novo bebê está chegando. De Emily Menendez-Aponte, Ed. Terapia Infante
Mamãe como eu Nasci? De Marcos Ribeiro, Ed. Salamandra
Sexo não é Bicho-Papão.De Marcos Ribeiro, Ed. Zit Editora
De onde Viemos?De Peter Mayle e Arthur Robins, Ed. Zastras
As Crianças querem saber… E agora? de Moacir Costa, Maria das Graças  F. Augusto, Sandra M. Paladino, Ed. Casa do Psicologo.
Nosso instagram: @maetamorfose
Instagram da Dra. Amanda: @AmandaPsicologa_