Miúda3Anos: O Vestido Parte III

“Antes de mais nada, faz tempo que não “dou as caras” por aqui. Vão desculpando essa Mamãe que vos fala, mas esse ano 2014 outros projetos tiveram prioridade MASTER em minha vida. Tive que deixar o meu amado Mãetamorfose na Geladeira por uns meses…Sorry! Prometo tentar atualizá-lo mais um pouquita, tá?!”
Para dar inicio as postagens dos aniversários da criançada lá de casa, eu escolhi mostrar logo pra vocês o vestido D-I-V-I-N-O, especialmente criado pra minha Miúda. Sandra Carolino, do Miúdas Ateliê, sempre me surpreende, e nos encanta.
Deixo Sandra a vontade pra usar e abusar da sua imaginação, e bom gosto. Ela arrasou, mais uma vez! E um vestido que poderia ficar super caricato e obvio, fugiu completamente do tradicional, mesmo com uma pegada ultra CHIC e rica em detalhes.
O tema do aniversário da Miúda este ano foi da Minnie. Acho que ainda pelos vestígios da nossa última viagem em família. Então, por ser um tema muito “batido”, eu até diria, os vestidos tendem a ser bem parecidos: mesmo jogo de cores, mesmo corte, mesma proposta. Tentamos fugir ao máximo da mesmice que circunda a ”Minnie Nossa de Cada Dia”. Nunca antes havia escolhido uma Temática Mais Popular – no sentindo POP mesmo, tá? – e Sandra até brincou comigo:
- Casa de Festa? (5 Anos que não fazia NADA em Buffet Infantil) Tema da Minnie? Como assim, Bruna? Achei que irias inventar uma coisa diferente pra festinha das meninas…
Vou confessar que esse ano, pela mesma correria dita acima, eu não tive muito tempo pra pensar e bolar nada “diferente”. Uma pena. Ou não. Melhor… não foi uma pena! Pois saiu TUDO acima do meu esperado, e a festa toda foi SHOW! Vocês vão ver quando postar os detalhes.
Agora, vamos deixar as explicações pra lá e mostrar o tão falado vestido da #Miúda3Anos bora?
Não ficou uma coisa? Esse laço de Tule Preto, essas costas maravilhosas, essa barra da saia toda abaloada, essas mangas de Tule Vermelho tooooda em poá e super moderninha. Tudo absolutamente, TUDO, me deixou apaixonada!
Sandra, vai por aqui também o meu muito obrigada por todo carinho e dedicação a nossa família! E parabéns pelo seu trabalho tão minucioso, e belo. A gente logo nota quando a coisa é feita com AMOR.
Fotos: Mauricio Messa (www.mauriciomessa.com.br)
Mais Informações:
Miúdas Ateliê
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Telefone:(81) 3062-6091
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Mamãe Antenada: Para nunca mais esquecer a hora do remédio do seu filho

Se você é pai, mão ou simplesmente responsável por um pequeno ser sabe o quanto dói vê-los doentinhos, seja com febre, com dor de barriga, com gases, etc.
E quando passamos por isso temos que incluir em nossa agenda a ministração do remédios, fazer um acompanhamento pediátrico, e em caso de reincidência, temos que ter em mente o histórico das medicações dadas. Ser pontual e ter o histórico em mente nessa vida louca que vivemos atualmente é bem complicado! E se você tem mais de um filho, então nem se fala!
Pois bem, diante de toda essa problemática o desenvolvedor Fernando Scalabrini lançou no dia 11/08 um aplicativo, chamado Dodói, que é a ferramenta ideal para organizar – por filho – quais os remédios que eles tem que tomar, de quanto em quanto tempo, e ainda, guardando todo o histórico, para as informações estarem sempre na ponta da língua quando o pediatra perguntar. Ah, claro, ao escolher o intervalo de tempo do medicamento o app toca um alarme para você não passar da hora.
Como vocês podem ver o aplicativo tem um design bem moderno e é bastante funcional, sem complicação nenhuma em seu manuseio. Está disponível em inglês, espanhol e português.
Você tem mais de 1 dispositivo em sua casa? Não tem problema, o Dodói é universal e possui sincronia via iCloud, ou seja, o Pai, a Mãe, a Babá e quem mais for necessário, terão acesso ao aplicativo e compartilhando as mesmas informações. Ele custa US$ 1,99.
Acho que é uma ferramenta que vale super a pena para termos esse tipo de informação sempre bem organizada. Concordam?
#FicaDica
Até a próxima!
Bruna B.
Texto por: Bruna Bresani
Blog: www.blogtechsoeasy.com
Instagram: @techsoeasy

Mãetamorfose no Divã: Futuro dos Filhos

Nem sempre o aluno que tira mais notas boas na escola e na faculdade, é o mais bem sucedido no futuro. Por que será que isso ocorre? Pessoas com alto nível intelectual, inteligentes, mas que não conseguem se fixar em um emprego, que não obtém sucesso na vida profissional. Você sabia que 80% das demissões de empresas não ocorrem por causa de incompetência no campo profissional, mas sim com questões relacionais e comportamentais?
Somos educados a aprender sobre matemática, fisíca, química e outras matérias, no entanto, não somos educados a aprender a pensar antes de agir ou reagir, a recilcar perdas, lidar com frustrações, expor e impor idéias, enfim, não somos educados emocionalmente.
Observamos diariamente pessoas famosas com talento enorme, mas que levam sua carreira ao fracasso por questões emocionais. De acordo com Augusto Cury são reinos que caem, nações que entram em decadência, empresas de sucesso que entram em falência, família unidas que se fragmentam, tudo por causa da inabilidade em lidar com questões emocionais, comportamentais e relacionais.
Muitos pais superprotegem os filhos, os colocam como vítimas das situações, não querem que sejam frustrados, magoados ou decepcionados. Em minha profissão encontro muitos assim, que tentam a todo custo evitar que os filhos sofram, e ai de quem fizer seu filho sofrer, o mundo desaba. O mundo não é cor de rosa, só com pessoas boas e educadas, ondem todos são felizes e respeitam o próximo, infelizmente a vida não é assim. Vamos nos deparar durante toda vida, seja na escola ou na faculdade, no estágio ou no emprego, na família ou no casamento, com diversos tipos de pessoas, boas e más, educadas e mal-educadas, carinhosas e frias, e temos que saber lidar com todos. Hoje é o colega da escola que faz fofoca, que não quer dividir, que falta de respeito com você, amanhã é um colega de trabalho, um chefe ou um cliente que faz o mesmo, e se não tivermos equilibrio para lidar com tais situações, vamos sofrer muito. Não estou dizendo que é para ficarmos passivos diante de tal situação, ou não ensinarmos aos nossos filhos a se defenderem e deixar por isso mesmo, já que o mundo não é tão legal como gostaríamos. Mas os pais tem que deixar de colocar os filhos como vitímas das situações, procurar estimular a autonomia, refletir e orientar diante das situações, buscar resolver da melhor forma possível e buscar tirar uma lição de tudo que ocorre.
Os pais podem e devem estimular a inteligência emocional dos filhos, ou seja, a capacidade de lidar com situações de conflitos e estresse, resolver frustrações e superar limitações. Uma pessoa que não aprende a lidar com seus conflitos, que não busca resolvê-los, simplesmente senta, reclama e chora, vai carregá-lo por toda vida e nunca irá resolver, só irá sofrer e sofrer. Ás vezes escuto “para resolver vamos trocar fulano de escola”, se a criança ou adolescente não for estimulado e educado emocionalmente, irá ter os mesmos problemas em todas as escolas. Trabalhe o emocional de seu filho, estimule a autonomia e capacidade de lidar com os diversos tipos de situações e pessoas, afinal ninguèm é vítima da vida.
Texto pela Dra. Amanda Pessoa de Melo
Psicóloga Clínica e Psicopedagoga
Telefones: (81) 3268.4041 . (81) 3268.0043 . (81) 8805.6680
E-mail: amandapesso@hotmail.com
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Mãetamorfose Tu: A Dor

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“Uma vez li um relato sobre os aperreios logo que a Miúda nasceu. Meu bebê estava com mais ou menos quatro/cinco meses e pensei: “Meu Deus, que mulher forte! Não sei como ficaria se precisasse passar por algo parecido”. No teu depoimento, ainda havia um espaço para outras mães contarem situações parecidas e que, mesmo depois de tanta dor, conseguissem ter outro(s) filho(s). Agradeci a Deus por ter me dado um filho saudável e cheio de energia e pedi bençãos para tantas mães que, mesmo com tantas dificuldades, seguiram firmes e fortes.
No dia 17/04 meu filho completou oito meses e, pela primeira vez, não pude comemorar. Ele havia adoecido e naquela semana eu estava vivendo um pesadelo, entre idas e vindas das emergências pediátricas. No dia 19/04, depois de mais uma ida à emergência ele precisou ser internado com urgência. Outras mães que estavam lá com seus pequenos me deram muita força e falaram que isso era normal. “Uma hora eles ‘pregam’ sustos na gente. Você vai ver como passa rápido”, me falavam. Com mais ou menos uma hora de internamento no apartamento a pediatra responsável pelo atendimento dele me falou que precisaria ser levado para UTI, pois o quadro estava muito grave e ele precisaria ser acompanhado 24h. Meu mundo desabou, mas fiquei forte, para que meu pequeno não sentisse meu sofrimento e sofresse ainda mais. Entre grandes pioras e minúsculas melhoras, não perdi a esperança nenhum segundo. Ele estava com infecção generalizada grave e, como ele já havia sido diagnosticado anteriormente com infecção urinária, a função dos rins estava bastante comprometida. Passei quatro dias dentro daquela UTI. Fazia questão de acompanhar cada procedimento que fosse permitido a minha presença. Na noite do dia 22/04 meu bebê tornou-se um anjo. A partir dali, nada mais fazia sentido pra mim. Outras mães que estavam comigo ali tentavam, de alguma forma, me confortar. Elas, que também estavam passando por situações semelhantes. Sofri, como jamais achei que sofreria. Ainda sofro muito (não está sendo fácil relatar tudo que vivi) e sei que vou sofrer sempre.
Depois de alguns dias tentei, na medida do possível, seguir em frente. Graças a Deus meu filhote foi muito amado por todos que o conheceram (inclusive a médica que o internou me ligou para falar o quanto estava sentida com tudo o que havia acontecido). Recebi apoio de todos os lados. Depois comecei a lembrar das outras mães que estavam lá no Hospital e que a maioria não teve um dia sequer com seu filho fora daquele lugar. Não têm a oportunidade de acompanhar o desenvolvimento, as gracinhas, ou simplesmente passear com eles. São mães que passaram a morar numa UTI e que, ainda assim, sorriam.
Choro todos os dias por não ter mais meu pequeno comigo, mas agradeço por ter tido a oportunidade de aproveitar ao máximo esses rápidos e intensos oito meses e cinco dias.
Por quê te escrevo? Porque teu relato e o relato de outras mães que já vi por teu blog ainda me ajudam muito a passar por tudo isso. Meu sonho de ser mãe não acabou. Hoje, sei que quem cuida de mim é meu filho, mas quero ter a oportunidade de cuidar de outros anjinhos, pois não acho justo guardar tanto amor comigo.
Bruna, obrigada por compartilhar tantas mensagens positivas no teu blog e por mostrar que ser mãe é uma verdadeira transformação. Tenha certeza que isso ajuda muita gente.
Beijos,
Vanessa Santos – Mãe do anjo Victor Hugo.”
Aqui está um email recebido na última sexta feira (13-06-2014).  Um email que fala de Dor. De perda. De coragem. E de muita Fé! Vanessa quis compartilhar sua história com a gente. A passagem do seu anjo Victor Hugo na terra. Para nos fortalecer. Para se fortalecer. Falar, escrever, qual seja a forma, muitas vezes nos ajuda a “digerir” os acontecimentos da VIDA.
Pura emoção.
A você, Vanessa, todo meu apoio, gratidão, e admiração. Força!
Que Deus possa acolher seu coração dolorido de Mãe, e acalentá-lo da melhor forma possível. Amém.
Bruna
Sobre o meu post que a Vanessa comentou no texto acima:  Os dias que, apenas, vivi.
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