A Johnson’s Baby Continua com seus Dedoches Culturais

E não é que os Dedoches Culturais da JOHNSON’S baby estão fazendo o maior sucesso? Já vi váááários circulando pelas mochilinhas de brinquedos por ai…
A Promoção continua, hein gente? Na compra de qualquer versão do shampoo JOHNSON’S baby 400 ml ou do sabonete liquido JOHNSON’S baby milk e aveia também de 400ml, a pessoa ganha 1 dedoche + 1 livrinho que podem ser de 5 personagens da cultura popular do norte e nordeste do nosso País. Em Recife, os pontos da promoção são esses aqui óh: as Principais lojas da rede Bompreço, Hiper Bompreço, Farmácias Guararapes e Drogarias Big Ben.
Os Dedoches vêm com livretos contando a historia de cada personagem: o Caco, o caboclo de lança; Biu, o boi; Hani, o indiozinho; Neco, o forrozeiro; Dida, a baiana. Eles representam alguns estados da região norte e nordeste. Valorizando “fofamente” a nossa cultura local, né?
Alguém aí já conseguiu ganhar o seu? :)
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Contar ou Não Que o Papai Noel Existe?

Esse ano é o primeiro ano de fato que vejo a Miúda “entender”, aguardar e aclamar pelo Natal. Pelo Papai Noel, mais precisamente dito.
Antes era aquela coisa: ela ouvia o galo cantar, mas não sabia da onde. Hoje eu posso, enfim, explica-la com a riqueza de detalhes que eu julgar necessária. Daquela de abrilhantar a alma, onde a magia desse momento sempre nos remete ao gosto de uma infância feliz. Sabem como é, né?
Também este foi o primeiro ano onde comecei a explicar a verdadeira historia do Natal: Sobre o Nascimento do Menino Jesus, sobre Maria, sobre o Pai, José. Sobre os Três Reis Magos. Me dando até vontade de montar um presépio em casa, junto a árvore de Natal…
E ela está começando a captar, lindamente, as coisas. É uma delicia perceber seu olhar curioso, atento e fofo. Ah, os encantos de se chegar aos 3 (anos) nessa época do ano…
Pra mim, ninguém deve tirar de uma criança a capacidade de fantasiar, de viajar sob as histórias e de se encantar! Fazer novas versões em conjunto, trabalho em equipe mesmo do tipo: “E aí, filha? O que você acha que vem depois?”, é uma forma que eu amo de passar minutos preciosos junto as minhas filhas, principalmente antes de dormir. Já vi vários estudos afirmando que incentivar essa fantasia de forma saudável aumenta e muito a criatividade das crianças. E nada melhor do que aproveitar esta época do ano com a magia do Papai Noel que é, sem dúvida, uma das recordações mais bonitas que trazemos da infância. Eu sei que muitos pais têm dúvidas sobre o que dizer aos filhos em relação ao Papai Noel, e eu respeito muito as famílias que não vivem essa história em suas casas. Mas se minha filha me perguntar se ele realmente existe eu diria, avaliando o grau de maturidade da minha criança: “Assim como o Coelhinho da Páscoa, a Princesa Ariel e o Saci Perêrê, o Papai Noel existe pra quem quiser acreditar nele! Nos nossos sonhos e nos nossos corações!
Deixando ela ir tirando as conclusões que sua cabecinha alcançar…
Se já for maiorzinho tipo uns 8 a 9 anos, eu contarei sobre a vida de São Nicolau, a inspiração, segundo dizem, para a Lenda do Papai Noel. E o que até  hoje representa essa bela atitude, levando as pessoas assim a replicarem.
A Princesa descobriu a Não-Existência do Papai Noel na escola, através dos amigos. Que eu acho a forma mais natural mesmo dessa descoberta acontecer. E quando ela veio me contar sobre isso, continuei firme em sua história de amor e solidariedade. Que ele existiu, ele existiu, sim. Um dia. Todos os anos saia pelas ruas dando as pessoas os seus sonhados presentes! Na verdade, ele continua existindo, dentro de muitas pessoas bondosas, que repetem seu exemplo ano após ano. O Papai Noel está dentro dela, está dentro de você, e está aqui em Mim. O Negócio é deixa-lo fluir em nossas atitudes de empatia e amor ao próximo. Proporcionar a realização de um sonho a alguém que não tem condições de alcança-lo sozinho é Ser Um Papai Noel Arretado, não é não?
E você? Como faz na sua casa? Conta pra gente! :)
Leia também: Mãetamorfose no Divã  por Dra. Amanda Pessoa de Melo.
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Mãetamorfose em Palavras: Mãe de uma Família Mosaico

Antes da Miúda nascer, tenho que confessar, por incrível que pareça: era mais fácil de ver você longe de mim. Sabia? Os finais de semana sem você aqui eram feitos para tirar “uma folguinha”, fazer uma farrinha, aproveitar para resolver as pendências de uma vida que insistia em se mostrar corrida (não sabia mesmo o que estava por vir, hein?) mesmo que a saudade estivesse sempre lá. Presente. E no início, até me acostumar, me corroía a alma.
Hoje, os finais de semana na ausência tua perde totalmente o sentido. A “mamata” que tinha antes, se apresentou inexistente, sua irmã ocupa todo esse lugar latente, e mesmo você estando ausente, a vida de mãe intensa continua firme, não apenas através de um monitoramento a distância, mas de um toque vivo de alguém que aqui sempre estará a espera do meu cuidar.
Minha Mãetamorfose personificada, minha calma. Aquela que veio, primeiramente, me enobrecer. Noite adentro, e você? Cadê? Não é que meu coração de mãe ainda não se acostumou com essa divisão de final de semana sim, e outro não, e as programações em família nunca serão 100% completas sem você?
Quando era só você, as programações no fds que aqui não estavas eram individual, no máximo casal, assim não ficava tão na cara a falta de você. Agora, Nossos dias se resumem ao que você poderia ter visto, participado, ou estado para nos envolver com seu lindo sorriso, e soltar suas palavras doces, que só poderiam ter vindo sob o teu olhar.
Depois que sua irmã nasceu, você não faz apenas falta pra mim, pra “seu Titi”. Você faz falta pra ela. Veja bem quanta espera é o aguardo do dia de você voltar?
Geralmente, essa sensação de metade vazio dói mais do que o TODO vazio, alguém aí pode me entender? E falar?
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Mãe, sempre que der deixe seu filho te ajudar.

Ontem dei um almoço lá em casa pra toda minha família, e no meio da correria de organizar tudo pra receber o pessoal, a Princesa se prontificou em ajudar.
Ela já tinha dado o maior help na limpeza da sala, retirando os brinquedos e ajeitando toda a bagunça do bem que a irmã e as primas tinham feito.
Mas o que pegou mesmo foi quando ela se predispôs ajudar a colocar as comidas nas travessas para servir, e como o pessoal já tinha chegado, as crianças loucas de fome pedindo pra almoçar, e eu estava ainda meio perdida, pois nos mudamos a pouco tempo e eu ainda estou organizando a casa, disse logo um: “Já já, filha! Deixa eu terminar de colocar tudo aqui… (Falando e nem olhando pra carinha dela, sabe?) Mas Você pode ir jogando as embalagens no Lixo?
“Colocando as embalagens no lixo”? (Agora eu paro e penso! Pô, Bruna! Bichinha…)
Tudo bem que toda ajuda era mais que bem vinda, e  eu não neguei por completo a sua, mas ela queria mesmo era  fazer o “mais difícil”, o mais bonito. Arrumar as comidas da forma dela. Ela me viu caprichar, e queria também participar.
Ainda vejo um agravante nessa minha “Negada Estratégica” e desnecessária, não levei nem em consideração a sua paixão pela cozinha. Já falei por aqui que a Princesa é aficionada por tudo que se refere a COZINHAR? Ela ama assistir programas de culinária, vive fazendo receitas com a Minha Mãe, adora comprar e ler livros sobre comidas.
Participar de toda aquela organização do “banquete” era uma realização pra ela. E eu, na pressa de resolver o problema da fome do povo, não percebi.
Hoje,  passado o nosso domingo, estou eu aqui me martirizando TANTO. Vocês nem imaginam o quanto.
Caramba, eu deixei passar  uma ótima oportunidade dela interagir comigo, de aprender, de se realizar por TÃO POUCO. Podei sua vontade, mais um vez. 
Por mais que levasse tempo, por mais que ela não tivesse a pratica que eu queria para aquele momento,  era um linda chance de eu me fazer uma mãe melhor.
Uma grande chance para eu ensiná-la, e me orgulhar!
Aqui fica meu desabafo. De uma Mãe Mega Arrependida, e louca pra criar outra oportunidade e me retratar.
Nunca é tarde pra gente se auto avaliar, e MUDAR.
Isso me consola, oras!
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