Mãetamorfose em Palavras

Sobre Estar Longe dos Filhos no Dia das Mães

27 maio de 2015 comentários
 
Eu NUNCA MAIS passarei, por livre e espontânea opção, um dia das mães longe das minhas filhas. Querem apostar comigo?
Falo isso com convicção. Por experiência a pouco vivida. Por ter, pela primeira vez, sentido uma tristeza doce, uma saudade certa, uma falta de quem eu sabia muito bem onde encontrar – graças a Deus.
Mas foi questão de oportunidade, passar aniversário de casamento e aniversário de vida numa viagem sonhada a dois, refletiu na entressafra de uma data pra lá de especial: um dia das Mães imprensado.
Estava num local mágico, espiritualmente elevado, rezei, comi e amei. Mas quando meu pensamento, e parte importante do meu coração, voava longe, em direção bem certa, nele repercutia um aperto danado no peito que só quem distante passou esse dia sabe explicar direito.
Até mau humor de véspera, teimou em me acometer. Choro inexplicável (opa, choro bem aplicado! Isso sim), olhar perdido, longo, parado. Vontade louca de me tele transportar pra perto de quem me fez esse dia comemorar. E MUITO! Elas. A Princesa e a Miúda. A razão por terem deixado o dia das Mães melhor, aprimorado, redundante, pleno, intenso, efusivo e mais lindo! Cheio de razões para eu “me achar” e dizer: MEU DIA DAS MÃES, sem vocês, não tem tanta intenção de ser.
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